terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Atitudes

Hoje tomei uma atitude. Saí do trabalho e fui à nutricionista a meio da manhã.
O meu filho fez dois anos, e a pediatra disse que ele está optimo. Perfeito mesmo do ponto de vista da altura e do peso. Mas que tudo pode mudar porque eu e o meu marido somos gordos, e podemos não lhe conseguir transmitir conceitos saudaveis, e pelo exemplo podemos perjudicá-lo.
Quero mesmo cumprir isto tudo por nós e por ele. Vamos ver o que consigo.

Hoje peso 102.700 Kgrs, tenho 116 cm de cintura e 115 de anca. E vou começar já com as mudanças, não vale a pena esperar mais.
O jantar vai ser hamburguer de peú grelhado com esparguete para ele, e salada para mim...

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Confusões

No sábado o meu pequenino faz 2 anos... está um crescido. E eu sinto-me em turbilhão, ora nostálgica, ora triste, ora desapontada, ora feliz. É bom vê-lo crescer mas ao mesmo tempo, custa perder o meu bebé. E tenho imenso trabalho e sinto que nunca lhe dou atenção e lá vem a culpa. Não sei o que pensar, nem por onde começar a organizar o meu pensamento. Parece que estou em modo pausa, sem vontade para nada e com medo de tudo.

Quero perder peso... quero ter uma vida saudavel, mas não me consigo libertar.
Quero escrever, mas não sei por onde começar.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

O choro de um filho...

... altera tudo. O sistema nervoso reage, os cabelos dos braçoe eriçam-se e o coração bate mais forte. Perdemos o sono num instante e o cansaço desaparece num ápice.
O meu filho chora, aquele choro dos dois anos, carregado de mimo e de frustrações. Ontem não foi excepção, cheguei cansada a casa, e frustrada porque ainda tinha de ir estudar, e tinha comido 3 chocolates, sim 3. E ele lá começou, aquele choro enrevante acompanhado de lamurias. Ontem não me ajoelhei na frente dele, não falei mais alto, não disse para com isso, não chorei mais alto que ele, nem mesmo lhe peguei ao colo e tentei acalmá-lo. Sentei-me à mesa e esperei... e ele dizia~para parar com isso. Acabou por se calar e vir ter comigo, sentou-se à mesa e comeu o que tinha no prato. Formula mágica? Bom senso? Assim é que se deve fazer? Não sei... mas estava demasiado cansada para ralhar, demasiado frustrada para consolar e demasiado vazia por dentro para reagir.
O meu filho tem de mim tudo o que quiser, tudo o que precisar, porque o amo acima de tudo, mas há dias em que não dá!
Depois ao deitar, sofro porque ele quer que fique com ele e eu tenho de ceder o meu lugar ao pai porque tenho de ir estudar, e a culpa de mãe nunca acaba...